Embaixada de Portugal em Moçambique

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Portugal apoia Moçambique no combate à falta de água em Maputo

Teve lugar na manhã do dia 12 de Maio, a assinatura de um Protocolo de Cooperação entre o Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG), representado pelo seu Director-geral, Dr. Pedro Paulino, e as Águas de Portugal, representada pela Administradora Executiva, Eng. Alexandra Serra. Estiveram presentes na cerimónia de assinatura, entre outros, a Secretária Permanente do Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (MOPHRH), Lembrança Mechisso, o Director de Planificação e Cooperação do MOPHRH, Humberto Gueze, o Secretário Executivo do Conselho de Regulação de Águas, Magalhães Miguel, o Presidente das Águas da Região de Maputo, José Ferrete, o Conselheiro para a Cooperação da Embaixada de Portugal, Miguel Girão de Sousa e o Director-geral da Aquatec, Francisco Soares.

Este protocolo surge no seguimento do recente pedido de apoio do Governo de Moçambique para fazer face à falta de água que afecta a Cidade de Maputo, tendo Portugal sido o primeiro país a responder positivamente, disponibilizando-se para ajudar Moçambique a colmatar este problema.

Através do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente de Portugal, foi acordada a concepção de um apoio no valor de até 525.000€. Este esforço financeiro da Cooperação Portuguesa irá permitir implementar, com caráter de urgência, algumas medidas que contribuirão para lidar com os graves constrangimentos de falta de água em Maputo. A entidade implementadora deste protocolo será as Águas de Portugal, que é a entidade responsável pela operacionalização dos projectos a serem financiados no quadro do plano de emergência para fazer face à seca.

O apoio agora concedido terá os seguintes objetivos principais: i) campanha de sensibilização para poupança e racionalização do uso da água; ii) mobilização de águas subterrâneas para reforço do abastecimento de água através da construção de furos de água, devendo os mesmos ser construídos no centro de Maputo e na linha de cintura de cimento desta capital; e iii) redução de perdas e fugas de água do sistema de abastecimento e tratamento de água do rio Umbeluzi.

 

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