Embaixada de Portugal em Moçambique

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Mensagem de Boas Vindas

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No dia em que apresentei credenciais a Sua Excelência o Presidente da República de Moçambique Filipe Jacinto Nyusi e assim inicio oficialmente funções como Embaixadora de Portugal em Moçambique é com muito gosto que vos dou as boas-vindas a este espaço que se pretende seja de informação e de divulgação sobre Portugal, mas também de aproximação entre o nosso país e Moçambique.

Neste início do século XXI, a Internet tornou-se um veículo indispensável de comunicação e de aproximação de todos/as aqueles/as que se encontram separados pela distância.

Este sítio que se deseja seja interactivo e por isso aberto às vossas contribuições é também o espaço para a divulgação das actividades e iniciativas de promoção de Portugal levadas a cabo por esta Embaixada, nomeadamente as do Centro Cultural Português, as da Cooperação Portuguesa e do Centro de Negócios da AICEP. Estarão também disponíveis outros elementos de informação relativos aos vários setores em que se desenvolvem as excelentes e diversificadas relações bilaterais entre os dois países, com o objectivo que, creio poder afirmar ser partilhado, de podermos ter mais comércio, mais investimento, mais turismo, mais cultura entre os nossos países.

Por último, podem ainda encontrar os principais links institucionais e económicos que poderão facultar elementos adicionais de consulta e assim contribuir para um melhor conhecimento recíproco dos dois países e laços mais profundos entre os seus cidadãos.

Espero assim que este seja um espaço facilitador nos vossos contactos com os serviços desta Embaixada e com os vários organismos da Administração Pública em Portugal.

Mª Amélia Paiva

Embaixadora de Portugal em Maputo

12 de Outubro de 2016

Ver fotografias da Cerimónia de Apresentação de Cartas Credenciais: 01   02   03    04

 

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Prémio Camões 2019

Chico Buarque

Chico Buarque é o vencedor da 31ª edição do Prémio Camões 2019.

​No seguimento da reunião do júri da 31ª edição do Prémio Camões, que decorreu este ano na Fundação da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro no dia 21 de maio, foi anunciado o vencedor do Prémio Camões.

O júri da 31ª edição do Prémio Camões é constituído por Manuel Frias Martins, professor agregado (aposentado) da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e presidente da Associação Portuguesa de Críticos Literários (Portugal); Clara Rowland, professora associada da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Portugal); Antonio Cícero, ensaísta e poeta (Brasil); Antonio Hohlfeldt, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Brasil); pelos PALOP, Ana Paula Tavares, poeta e professora universitária em Lisboa (Angola); Nataniel Ngomane, professor da Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane (Moçambique).

O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o prémio de maior prestígio da língua portuguesa. Com a sua atribuição, é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento da língua portuguesa.

Nos últimos anos, foram galardoados com o Prémio Camões: Germano Almeida (Cabo Verde), Manuel Alegre (Portugal), Radouan Nassar (2016), Hélia Correia (2015), Alberto Costa e Silva (2014), Mia Couto (2013); Dalton Trevisan (2012); Manuel António Pina (2011); Ferreira Gullar (2010) e Arménio Vieira (2009).

LANÇAMENTO DO LIVRO "O COELHO QUE FUGIU DA HISTÓRIA" | ROGÉRIO MANJATE | 18H00 | CAMÕES - CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS EM MAPUTO

CartazRogérioManjate

No dia 23 de maio, às 18h00, terá lugar no Camões – Centro Cultural Português em Maputo o lançamento do livro “O Coelho que Fugiu da História”, com texto do escritor Rogério Manjate e ilustrações de Ivone Ralha. A apresentação do livro, que tem a chancela da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), será feita pelo académico e escritor Lucílio Manjate.

Sobre o livro “O Coelho que Fugiu da História”:

O coelho é um personagem muito popular na tradição oral de Moçambique, simbolizando a esperteza e a astúcia. A menina Mbila, personagem principal desta história de Rogério Manjate, está fascinada pelas histórias do coelho que a mãe lhe conta de noite, à hora de dormir. Um dia, ao chegar da escola, ela depara-se com um coelho cinzento na varanda da sua casa e, para ela, este animal não pode deixar de ser “o tal” coelho malandro das histórias. Para a menina este acontecimento é uma oportunidade única para ela tirar a limpo as inúmeras travessuras do coelho, sem imaginar sequer que os adultos podem ter outras coias em mente...

Esta história foi editada pela primeira vez em Moçambique pela EPM-CELP, na Coleção Acácia, em 2008, como Mbila e o Coelho  e em 2010 pela Editora Ática, no Brasil com este mesmo título que agora em 2019 volta a ser apresentado ao público de Moçambique.   

Notas biográficas:

Rogério P. Manjate é escritor e profissional do teatro (ator, encenador e docente). Durante a sua infância, as histórias do coelho eram as suas favoritas. Para criar esta narrativa, inspirou-se num episódio vivido por uma amiga, que perdeu um companheiro coelho quando tinha 8 anos. Publicou outros dois livros para crianças: Casa em Flor, (poesia – 2004), Wazi (conto – Ed. EPM-CELP, 2011). O Coelho que Fugiu da História foi originalmente editado pela EPM-CELP, na coleção Acácia, em 2009 com o nome Mbila e o Coelho e no Brasil em 2010, pela Editora Ática. Fora do âmbito da literatura para crianças e jovens, Rogério Manjate publicou Amor Silvestre (contos – Ed. Ndjira, 2002) e Cicatriz Encarnada (poesia – Ed. Cavalo do Mar, 2017). Na sua incursão pelo cinema realizou e escreveu a premiada curta de ficção I Love You (2007) e o documentário O Meu Marido Está a Negar (2007); colaborou na escrita da curta A Outra Fala (2012) e na escrita e co-realização do documentário Quitupo, Hoyê! (2015).

Ivone Ralha nasceu em Lisboa em 1958. Tirou o bacharelato em História, na Universidade Eduardo Mondlane, em 1981. Trabalhou no Arquivo Histórico de Moçambique e foi professora no Centro de Estudos Culturais em Maputo. De regresso a Portugal, enveredou pela área do design gráfico, integrando a equipa da Editorial Caminho. Participou na fundação do jornal Público e trabalhou no Diário de Notícias, na revista Cubo e no jornal i antes de assumir a direção gráfica do site Rede Angola. Atualmente trabalha no suplemento Ípsilon do Jornal Público. Desenha e pagina livros, jornais, revistas faz infografias, ilustra e pinta (bonecadas.com).

Lucílio Manjate é escritor e docente de literatura na Universidade Eduardo Mondlane. É Autor de cerca de uma dezena de livros, entre prosa, infanto-juvenil e ensaios, com destaque para os livros Manifesto (Contos, 2006), Prémio Revelação TDM; O Jovem Caçador e a Velha Dentuça (Infanto-juvenil, 2016); Os Silêncios do Narrador (Novela, 2010), Prémio 10 de Novembro; A Legítima Dor da DonaSebastião (Novela, 2013); A Triste História de Barcolino, o homem que não sabia morrer (Novela, 2018) e Rabhia (Romance, 2017), Prémio Literário Eduardo Costley-White 2016. É ainda autor do livro de ensaios Geração XXI – Notas sobre a nova geração de escritores moçambicanos.

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